Dieta e Nutrição

Baru (Dipteryx alata): Benefícios da Castanha, Estudos e Cuidados

Por Conselho Editorial18 Min de Leitura
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Castanhas de baru com casca, sobre um prato branco
Castanhas de baru (Dipteryx alata) recém-colhidas

O baru é a semente do baruzeiro, árvore nativa do Cerrado que costuma ter uns 15 metros de altura e pode passar dos 25 em solos mais férteis. Na estação seca, os frutos maduros caem no chão, e dentro de cada um, protegida por um caroço lenhoso, há uma única amêndoa que, depois de torrada, lembra o amendoim no sabor. A exploração comercial dessa castanha começou na década de 1990, sustentada pelo extrativismo (Sano e colegas, 2016).

Com a popularidade vieram pequenos ensaios clínicos brasileiros, que observaram mudanças em marcadores de colesterol com 20 gramas por dia. Ao mesmo tempo circulam alegações sem base, como o apelido de “viagra do Cerrado”, e um cuidado essencial costuma ficar de fora: a amêndoa crua contém inibidor de tripsina e deve ser sempre torrada antes do consumo.

A seguir, o que distingue o baru de outros cumarus, o que os estudos encontraram de fato, como consumir a castanha com segurança e quem precisa de cautela.

Sumário do Artigo
  1. Identificação Botânica e Nomes
  2. Composição da Castanha de Baru
  3. O Que Dizem os Estudos
  4. Usos Tradicionais
  5. Como Preparar e Consumir
  6. Contraindicações, Interações e Cuidados
  7. Perguntas Frequentes

Identificação Botânica e Nomes

O nome científico aceito é Dipteryx alata Vogel, da família Fabaceae, a mesma do amendoim e do feijão, e publicações antigas usam os sinônimos Coumarouna alata (Vogel) Taub. e Cumaruna alata (Vogel) Kuntze (Sano e colegas, 2016; GBIF). A árvore ocorre em toda a área contínua do Cerrado, com mais frequência em cerradões e matas secas, sobretudo no Distrito Federal, em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais (Vera e Souza, 2025).

Os nomes populares registrados incluem barujo, castanha-de-burro, coco-feijão, cumaru e cumbaru (Sano e colegas, 2016; Vera e Souza, 2025). O fruto mede cerca de 5 centímetros, e sua única semente, de uns 2,5 centímetros, é a parte comestível, chamada de amêndoa ou castanha de baru.

Amburana, Baru e Cumaru: Nomes Parecidos, Plantas Diferentes

Como o baru também é chamado de cumaru, ele costuma ser confundido com duas outras plantas. A primeira é o cumaru verdadeiro, Dipteryx odorata (Aubl.) Forsyth f., espécie amazônica do mesmo gênero cuja semente é a fava-tonka, rica em cumarina: em seis amostras de fava-tonka, o teor ficou entre cerca de 20 e 43 miligramas por grama (Toma e colegas, 2025). Nos Estados Unidos, alimentos com fava-tonka adicionada são considerados adulterados desde 1954 (21 CFR 189.130), e ela não é o mesmo alimento que o baru.

A segunda é o cumaru nordestino, Amburana cearensis (Allemão) A.C.Sm., árvore do semiárido também chamada de imburana-de-cheiro, tema do nosso artigo sobre o cumaru (Amburana cearensis). Também é uma Fabaceae, mas de outro gênero e outra espécie, com composição, cuidados e usos próprios, descritos naquele artigo. Tudo o que vem a seguir vale só para Dipteryx alata.

Composição da Castanha de Baru

Os números variam conforme a árvore, o preparo e a região de coleta. Um estudo com amêndoas cruas e inteiras do sudeste de Goiás (Siqueira e colegas, 2015) encontrou, por 100 gramas, em base úmida (amostra como analisada, com 7,4 gramas de umidade):

  • carboidratos: 19,5 g
  • energia: 502 kcal
  • fibra alimentar: 12,6 g
  • lipídios: 38,4 g
  • proteína: 19,7 g

Outro trabalho do mesmo grupo, com amêndoas de diferentes origens, encontrou de 23,8 a 28,1 gramas de proteína por 100 gramas, além de quantidades expressivas de ferro, fibra e zinco, e estimou em ratos que a proteína do baru tem valor nutricional superior ao da proteína do amendoim (Fernandes e colegas, 2010).

A gordura é majoritariamente insaturada, com predomínio de ácido oleico e boa participação de ácido linoleico, perfil parecido com o do óleo de amendoim (Sano e colegas, 2016; Vera e Souza, 2025) e explicado no artigo sobre gorduras insaturadas. A amêndoa crua analisada em 2015 tinha ainda 11,6 miligramas de tocoferóis (formas da vitamina E) e 388 miligramas de compostos fenólicos totais por 100 gramas. Para comparar com outras oleaginosas, veja os perfis da castanha de caju, da noz e da noz-da-macadâmia.

Fatores Antinutricionais da Castanha Crua

A mesma análise mediu na amêndoa crua atividade de inibidor de tripsina de 12,8 UTI/mg, além de fitatos e taninos. O inibidor de tripsina, comum em leguminosas, atrapalha a digestão das proteínas da dieta. Numa farinha de baru parcialmente desengordurada e aquecida em autoclave (131 °C por 30 minutos), essa atividade caiu para menos de 0,5 UTI/mg. Em ratos, a digestibilidade verdadeira da proteína subiu de cerca de 48% com a farinha crua para cerca de 71% com a autoclavada, e os animais que comeram a farinha crua ganharam bem menos peso (Siqueira e colegas, 2015).

Dois frutos de baru pendurados no galho, com folhas ao fundo

O Que Dizem os Estudos

A pesquisa sobre o baru é recente e concentrada em grupos brasileiros. Não localizamos metanálise de ensaios clínicos com a castanha, e os estudos em pessoas são curtos, pequenos e poucos, sem avaliar desfechos como acidente vascular cerebral ou infarto.

Estudos em Humanos

O ensaio mais citado, de Bento e colegas (2014), acompanhou 20 adultos com colesterol levemente elevado em duas fases de seis semanas, em ordem sorteada: numa receberam 20 gramas de baru por dia e na outra, uma cápsula de placebo com amido de milho. Em comparação com o placebo, o ensaio observou queda de 8,1% no colesterol não HDL, de 8,1% no colesterol total e de 9,4% no LDL, sem mudança nos marcadores de oxidação avaliados.

Em 46 mulheres com sobrepeso ou obesidade, um ensaio randomizado de oito semanas comparou uma dieta com 20 gramas de baru por dia a outra sem a castanha. Em relação ao grupo sem baru, o grupo da castanha teve redução de 2,45 centímetros na circunferência da cintura e aumento de 4,82 mg/dL no HDL, diferenças modestas e com intervalos de confiança largos, sem diferença na glicemia, na gordura corporal, nos demais lipídios do sangue, no peso ou na pressão arterial (de Souza e colegas, 2018; Dreher, 2021). Uma segunda análise do mesmo ensaio, com as mesmas participantes, observou aumento da atividade da glutationa peroxidase, enzima antioxidante do organismo, sem diferença nos marcadores inflamatórios (de Souza e colegas, 2019).

Um terceiro ensaio, duplo-cego, avaliou 29 pessoas em hemodiálise que receberam 5 gramas de óleo de baru por dia ou placebo durante 12 semanas. O óleo reduziu a proteína C-reativa ultrassensível, marcador de inflamação, mas não melhorou composição corporal, estresse oxidativo nem perfil lipídico (Schincaglia e colegas, 2020), resultado que não pode ser estendido à castanha inteira nem a pessoas saudáveis.

Somados, esses trabalhos sugerem que cerca de 20 gramas de castanha de baru por dia podem melhorar alguns marcadores de colesterol em adultos, sem efeito demonstrado sobre o peso. Nenhum deles permite afirmar que a castanha previne doença cardiovascular. Outras estratégias alimentares aparecem no artigo sobre chás estudados para o colesterol.

Estudos em Animais e In Vitro

Em ratos Wistar, rações com 20%, 30% ou 40% de semente de baru durante 40 dias reduziram LDL, triglicerídeos e VLDL e aumentaram o HDL, sem alterar colesterol total, estresse oxidativo, ganho de peso ou gordura visceral (Fiorini e colegas, 2017). Em outro estudo com ratos, o óleo de baru dado por dez dias, em doses de 7,2 e 14,4 mL por quilo de peso por dia, reduziu a agregação das plaquetas, teve efeito antitrombótico e melhorou a função da aorta (Silva-Luis e colegas, 2022). São resultados em animais, com quantidades muito acima do consumo alimentar, e os efeitos sobre a aorta, as plaquetas e a trombose seguem ainda sem confirmação em humanos.

Um estudo de segurança in vitro e in vivo testou um extrato hidroalcoólico da casca do tronco do baruzeiro. O extrato não mostrou atividade mutagênica no teste de Ames e, dado a ratas prenhes na dose de 0,5 g/kg por dia, não alterou o desenvolvimento dos filhotes (Esteves-Pedro e colegas, 2012). O material testado foi a casca, não a castanha, e o resultado não autoriza o uso de extratos na gestação humana.

Usos Tradicionais

O uso mais documentado do baru é alimentar: a amêndoa torrada é comida como aperitivo e entra em receitas regionais como cajuzinho, paçoca, pé de moleque e rapadura, e a polpa do fruto, adocicada e levemente amarga, pode ser consumida ao natural ou seca e transformada em farinha (Vera e Souza, 2025). Segundo a cooperativa brasileira Coopcerrado, que notificou o alimento à Comissão Europeia, a semente torrada é consumida no Brasil há mais de 25 anos, dado avaliado pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA, 2025).

Os registros medicinais são escassos: a publicação do Ministério do Meio Ambiente lista a casca do caule e as folhas entre as partes de uso medicinal e cita obras antigas que descrevem o óleo da semente como antirreumático, regulador da menstruação, sudorífero e tônico (Sano e colegas, 2016). É uso tradicional registrado, sem estudo clínico que o confirme.

O Apelido “Viagra do Cerrado”

Em embalagens, feiras e redes sociais, o baru aparece às vezes como “viagra do Cerrado”, apelido popular sem nenhum estudo por trás. Nenhum dos ensaios em humanos descritos aqui avaliou função sexual ou libido, e não localizamos pesquisa sobre efeito afrodisíaco da castanha. Atribuir o apelido à vitamina E ou ao zinco da amêndoa é especulação, porque conter um nutriente não equivale a produzir o efeito.

Árvore de baru isolada numa paisagem de Cerrado, com céu azul ao fundo

Como Preparar e Consumir

A castanha de baru deve ser consumida sempre torrada, nunca crua. Quem tiver a amêndoa crua precisa torrá-la antes de comer, e as publicações do Ministério do Meio Ambiente e da UFG citam a torra a 175 °C por 10 minutos (Sano e colegas, 2016; Vera e Souza, 2025). Como o forno doméstico nem sempre mantém a temperatura exata, a opção mais segura é comprar a castanha já torrada, de fornecedor que informe origem e validade.

Nos ensaios clínicos com a castanha, a porção foi de 20 gramas por dia, cerca de 15 amêndoas e aproximadamente 109 kcal (de Souza e colegas, 2019; Dreher, 2021), e por ser calórica a castanha funciona melhor substituindo outro petisco do que somada ao que já se come.

Na cozinha, o baru torrado pode ser comido puro ou picado sobre frutas, granola, iogurte e saladas, além de entrar em paçocas e pés de moleque. Outras fontes aparecem na lista de alimentos ricos em gorduras boas. O óleo de baru é suscetível à oxidação (Sano e colegas, 2016) e deve ficar bem fechado, longe do calor e da luz, e castanhas com cheiro de ranço ou sinais de mofo devem ser descartadas.

Contraindicações, Interações e Cuidados

Para a maioria das pessoas, o baru torrado é um alimento de baixo risco. A EFSA avaliou os dados de composição e de histórico de consumo da semente torrada e concluiu que não levantam preocupações de segurança, e a União Europeia autorizou sua venda como alimento tradicional em 2025 (EFSA, 2025; Regulamento de Execução UE 2025/1263). A avaliação vale para a semente torrada como alimento, não para cápsulas, castanha crua, extratos ou óleo usado como suplemento.

Nunca Consuma a Castanha Crua

A amêndoa crua contém fitatos, inibidor de tripsina e taninos (Siqueira e colegas, 2015), por isso o baru deve ser consumido sempre torrado, regra que vale também para farinhas e pastas caseiras. No ensaio que detalhou o preparo, as amêndoas foram torradas em forno para inativar esses fatores (de Souza e colegas, 2019).

Alergia e Contaminação Cruzada

O baru é uma leguminosa, da família do amendoim, e pode provocar alergia em pessoas sensíveis. Não existe, até o momento, dado específico sobre reatividade cruzada entre baru e amendoim, nem entre baru e outras castanhas: não se sabe se quem é alérgico a amendoim também reage ao baru. Há ainda risco de contaminação cruzada, porque o baru costuma ser vendido a granel e manipulado perto de amendoim e castanhas, e quem tem alergia alimentar diagnosticada deve evitar produtos a granel e conversar com o alergista antes de experimentar.

Porção Testada nos Estudos

Os resultados em humanos vieram de 20 gramas de castanha por dia, ou de 5 gramas de óleo em pacientes em hemodiálise. Não há estudo com quantidades maiores, e comer mais significa apenas somar calorias e gordura à dieta, sem benefício demonstrado.

Crianças, Gravidez e Lactação

Não há estudo em gestantes ou lactantes. Em ratas, um estudo de 2025 deu castanha ou óleo de baru por sonda durante a gestação e a lactação, na dose de 2.000 mg por quilo de peso, muito acima do consumo alimentar, e não observou alteração nas taxas reprodutivas, mas o grupo do óleo apresentou perfil inflamatório no cólon (Pereira e colegas, 2025). Um estudo anterior, também em ratas, usou extrato da casca do tronco (Esteves-Pedro e colegas, 2012). Resultados em animais não autorizam suplementação na gestação, e o registro antigo do óleo como regulador da menstruação reforça a cautela: o prudente é ficar no consumo alimentar habitual da castanha torrada, sem cápsulas, extratos ou óleo concentrado. Para crianças pequenas, castanhas inteiras representam risco de engasgo, então o baru deve ser oferecido moído ou em pasta, e a introdução em crianças com histórico de alergia deve ser orientada pelo pediatra.

Condições Específicas e Medicamentos

Não há estudos de interação entre baru e medicamentos. Como o óleo em doses altas reduziu a agregação das plaquetas em ratos, efeito não estudado em pessoas, quem usa anticoagulantes ou antiplaquetários, como ácido acetilsalicílico, clopidogrel ou varfarina, deve falar com o médico antes de usar óleo de baru como suplemento. Pessoas com doença renal crônica ou em hemodiálise costumam seguir controle de fósforo e potássio, minerais presentes nas castanhas em geral, e só devem incluir o baru com orientação do nutricionista.

Quando Procurar Orientação

Procure atendimento de urgência se surgirem coceira na boca, falta de ar, inchaço na garganta ou nos lábios ou manchas pelo corpo depois de comer baru. Converse com o médico ou o nutricionista antes de usar a castanha com a intenção de baixar o colesterol, porque ela não substitui o acompanhamento nem a medicação prescrita. Queixas de ereção ou de libido pedem avaliação médica, porque o apelido de “viagra do Cerrado” não tem nenhum estudo por trás.

Perguntas Frequentes

Baru e Cumaru São a Mesma Planta?

Depende de qual cumaru. O baru (Dipteryx alata) também é chamado de cumaru, mas o cumaru verdadeiro, fonte da fava-tonka, é Dipteryx odorata, e o cumaru nordestino é Amburana cearensis, três espécies diferentes (Sano e colegas, 2016; Toma e colegas, 2025).

Posso Comer Castanha de Baru Crua?

Não. A amêndoa crua tem inibidor de tripsina e outros fatores antinutricionais que o calor reduz, por isso o baru deve ser consumido sempre torrado (Siqueira e colegas, 2015; Sano e colegas, 2016).

Quantas Castanhas de Baru Posso Comer por Dia?

Os ensaios clínicos com a castanha usaram 20 gramas por dia (cerca de 15 amêndoas e 109 kcal), sem dados sobre quantidades maiores (de Souza e colegas, 2019; Dreher, 2021).

Baru Ajuda a Baixar o Colesterol?

Um ensaio com 20 adultos observou queda de cerca de 9% no LDL após seis semanas com 20 gramas por dia, mas outro, com 46 mulheres, só viu mudança no HDL, que subiu. São estudos pequenos, que não substituem acompanhamento médico nem medicação (Bento e colegas, 2014; de Souza e colegas, 2018).

O Baru Emagrece?

Os ensaios não mostraram perda de peso. Num ensaio com mulheres com sobrepeso ou obesidade houve redução modesta da circunferência da cintura, sem diferença no peso corporal (de Souza e colegas, 2018; Dreher, 2021).

O Baru É Mesmo o “Viagra do Cerrado”?

Não. É um apelido popular, e não localizamos nenhum estudo que tenha avaliado efeito afrodisíaco ou sobre a função sexual da castanha.

Quem Tem Alergia a Amendoim Pode Comer Baru?

Não há dados sobre reatividade cruzada entre baru e amendoim, então não é possível garantir segurança, e quem tem alergia deve consultar o alergista antes de experimentar, evitando produtos a granel.

Créditos de imagem: frutos de baru, foto de João Medeiros, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons; árvore no Cerrado, foto de Fabricio Carrijo, CC BY 3.0, via Wikimedia Commons.

Referências

18 Referências Citadas

Nível de Evidência: 🥇 Alto

Baseado em 18 Referências Citadas (12 Peer-Reviewed, 1 Institucional, 5 Complementares).

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Estudos Científicos Peer-Reviewed (12)

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  3. PMC2019 de Souza RGM, Gomes AC, Navarro AM, da Cunha LC, Silva MAC, Barbosa Junior F, Mota JF. Baru almonds increase the activity of glutathione peroxidase in overweight and obese women: a randomized, placebo-controlled trial. Nutrients. 2019;11(8):1750. doi:10.3390/nu11081750. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
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  7. DOI2022 Silva-Luis CC, de Brito Alves JL, de Oliveira JCPL, de Sousa Luis JA, Araújo IGA, Tavares JF, et al. Effects of baru almond oil (Dipteryx alata Vog.) treatment on thrombotic processes, platelet aggregation, and vascular function in aorta arteries. Nutrients. 2022;14(10):2098. doi:10.3390/nu14102098. Disponível em: doi.org.
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Fontes Institucionais (1)

  1. GOV Estados Unidos. Code of Federal Regulations, Title 21, Section 189.130: Coumarin. Disponível em: law.cornell.edu.

Leituras Complementares (5)

  1. 2015 Siqueira APS, Pacheco MTB, Naves MMV. Nutritional quality and bioactive compounds of partially defatted baru almond flour. Food Science and Technology (Campinas). 2015;35(1):127-132. doi:10.1590/1678-457X.6532. Disponível em: scielo.br.
  2. 2016 Sano SM, Brito MA, Ribeiro JF. Dipteryx alata: baru. In: Vieira RF, Camillo J, Coradin L, editores. Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro, Região Centro-Oeste. Brasília: Ministério do Meio Ambiente; 2016. p. 203-215. (Série Biodiversidade, 44). Disponível em: alice.cnptia.embrapa.br.
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  4. 2025 União Europeia. Commission Implementing Regulation (EU) 2025/1263 of 30 June 2025 authorising the placing on the market of roasted seeds of Dipteryx alata Vogel (baru) as a traditional food from a third country and amending Implementing Regulation (EU) 2017/2470. Jornal Oficial da União Europeia, série L. Disponível em: eur-lex.europa.eu.
  5. GBIF Secretariat. GBIF Backbone Taxonomy: Dipteryx alata Vogel (Fabaceae), nome aceito. Disponível em: gbif.org.

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