Plantas Medicinais da Amazônia

Tucumã-do-Pará: Carotenoides, Óleos e o Que Dizem os Estudos

O tucumã-do-pará, fruto de Astrocaryum vulgare, é fonte de carotenoides e rende dois óleos muito diferentes. Veja a composição, o que os estudos em animais encontraram e os cuidados com os espinhos na colheita.

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Frutos de tucumã-do-pará agrupados, de casca alaranjada e amarela com manchas escuras

O tucumã-do-pará é o fruto de Astrocaryum vulgare Mart., palmeira espinhosa da família Arecaceae que forma touceiras no leste da Amazônia, sobretudo no Pará. A polpa alaranjada, fibrosa e oleosa é comida crua, macerada com água ou transformada em óleo, e chama a atenção dos pesquisadores pela quantidade de carotenoides, pigmentos entre os quais está o betacaroteno, que o organismo converte em vitamina A.

O nome popular, no entanto, abriga duas palmeiras. O tucumã mais vendido em Manaus vem de outra espécie, Astrocaryum aculeatum G. Mey., o tucumã-do-amazonas (Oliveira e colegas, 2022), que aparece aqui apenas quando ajuda a diferenciar as duas.

Sumário do Artigo
  1. Identificação Botânica e Nomes
  2. Composição do Fruto
  3. Óleo da Polpa e Gordura da Amêndoa
  4. O Que Dizem os Estudos
  5. Usos Tradicionais
  6. Como Consumir
  7. Cuidados na Colheita e no Consumo
  8. Perguntas Frequentes

Identificação Botânica e Nomes

O nome aceito é Astrocaryum vulgare Mart., da família Arecaceae (POWO). Entre os sinônimos registrados estão Astrocaryum awarra, A. guianense, A. segregatum e A. tucumoides, e no Norte do Brasil a palmeira também é chamada de tucum-bravo, tucum-da-mata e tucum-piranga (Oliveira e colegas, 2022). Na Guiana Francesa, onde a palmeira também é nativa (POWO), o fruto se chama awara, nome adotado nos estudos da Universidade de Montpellier (Bony e colegas, 2012a).

A espécie cresce em touceira: um mesmo pé pode emitir até 18 perfilhos, com estipes de 4 a 15 metros de altura, embora existam plantas de caule único. Espinhos pretos e flexíveis cobrem quase toda a planta e formam anéis ao longo do estipe, da base até a copa, e a bráctea que protege a inflorescência também é espinhosa. O fruto é uma drupa de 3,1 a 5,4 centímetros de comprimento, com casca lisa entre o amarelo e o vermelho, polpa do creme ao alaranjado e um caroço duro que costuma guardar uma única semente (Oliveira e colegas, 2022).

No Brasil, a palmeira ocorre no Amapá, em Goiás, no Maranhão, no Pará e no Tocantins, com predomínio no leste da Amazônia, e por ser pioneira é comum em capoeiras, pastagens e outras áreas alteradas (Oliveira e colegas, 2022).

Tucumã-do-Pará e Tucumã-do-Amazonas

As duas palmeiras são espécies distintas do mesmo gênero. O tucumã-do-amazonas, A. aculeatum, cresce com um único estipe, que pode chegar a 30 metros, e dá frutos de até 150 gramas, cuja polpa em fatias passou a rechear sanduíches e tapiocas em Manaus a partir dos anos 1990. Já o tucumã-do-pará forma touceiras mais baixas e tem frutos menores (Oliveira e colegas, 2022). Dados de composição e resultados de pesquisa obtidos com uma delas, portanto, não valem automaticamente para a outra.

Frutos de tucumã-do-pará agrupados, de casca alaranjada e amarela com manchas escuras
Os frutos de tucumã-do-pará amadurecem em cachos de casca alaranjada, e é a polpa dessa fruta que concentra os carotenoides mais estudados da espécie.

Composição do Fruto

Para 100 gramas de tucumã cru, a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, que identifica o fruto como Astrocaryum vulgare, registra (TACO, 2011):

  • cálcio: 46 mg
  • energia: 262 kcal
  • fibra alimentar: 12,7 g
  • fósforo: 53 mg
  • lipídeos: 19,1 g
  • magnésio: 121 mg
  • potássio: 401 mg
  • proteína: 2,1 g
  • vitamina A: 1.181 µg RAE
  • vitamina C: 18 mg

Dos 19,1 gramas de lipídeos, 9,7 gramas são de gordura monoinsaturada e 4,7 gramas, de saturada (TACO, 2011). Os 1.181 µg RAE, unidade que expressa a atividade de vitamina A calculada a partir dos carotenoides, superam a ingestão diária recomendada para adultos, de 700 µg para mulheres e 900 µg para homens (TACO, 2011; MedlinePlus, 2025a).

Esse número vale para a amostra da tabela, porque nos levantamentos reunidos pela Embrapa os carotenoides totais da parte comestível variaram de 17 a 403 µg por grama, e a gordura, de 15,7% a 40,5% (Oliveira e colegas, 2022). O tucumã-do-pará é, portanto, uma fonte de provitamina A de teor bastante variável.

Um Perfil de Carotenoides Incomum

Numa análise de óleos extraídos da polpa de cinco palmeiras do Amapá, o de tucumã-do-pará teve 1.222 mg de carotenoides por quilo, mais que o dobro do óleo de buriti, com 541 mg/kg, e mais que o triplo do óleo de pupunha, com 357 mg/kg. O betacaroteno, somadas suas formas, respondeu por mais de 60% do total, e o tucumã foi o único dos cinco óleos com neoxantina e cis-violaxantina (Santos, Alves e Roca, 2015).

Nos frutos colhidos em Macapá, os carotenoides totais chegaram a 7,24 mg por 100 gramas, o maior valor entre as cinco palmeiras avaliadas (dos Santos e colegas, 2015). A casca concentra ainda mais: num estudo da Universidade Federal do Pará, ela superou a polpa em carotenoides, com 7,8 mg de betacaroteno por 100 gramas, e foi classificada como fonte muito alta desses pigmentos (Noronha Matos e colegas, 2019).

Base do estipe de uma palmeira jovem de tucumã, coberta de espinhos escuros e longos
Os espinhos longos e escuros que cobrem o estipe, visíveis já em plantas jovens, são o motivo pelo qual a colheita do tucumã exige luvas grossas e mangas compridas. Foto: Marcio Santos Ferreira, CC BY, via iNaturalist.

Óleo da Polpa e Gordura da Amêndoa

A polpa e a amêndoa rendem gorduras muito diferentes. O óleo da polpa, de cor amarela, é dominado pelo ácido oleico, gordura monoinsaturada que somou de 63% a 68% dos ácidos graxos nas análises reunidas pela Embrapa, seguido do palmítico, de 21% a 25%, e traz de 2% a 4% de ácido alfa-linolênico, um ômega-3. Com frutos do banco de germoplasma de tucumã da Embrapa Amazônia Oriental, o laboratório de agroindústria da instituição desenvolveu um azeite de tucumã virgem semelhante ao de dendê, e o vatapá feito com ele teve aceitação sensorial equivalente à do prato tradicional com dendê (Oliveira e colegas, 2022).

A amêndoa, guardada no caroço, fornece um óleo transparente em que mais de 85% dos ácidos graxos são saturados, com cerca de 50% de ácido láurico e 24% de mirístico (Oliveira e colegas, 2022), perfil que a aproxima do óleo de babaçu. Num estudo de 2025 com sementes de tucumã-do-pará, os saturados chegaram a 90,4% da gordura, e os autores recomendaram cautela no consumo por causa dos índices elevados de aterogenicidade e trombogenicidade (Gualberto e colegas, 2025).

O Que Dizem os Estudos

Até outubro de 2026, não localizamos no PubMed nenhum ensaio clínico que tenha dado extrato, óleo ou polpa de tucumã-do-pará a pessoas. Uma revisão sobre os dois tucumãs descreve potencial anti-inflamatório e antioxidante com base em estudos experimentais, em animais e em células (Machado e colegas, 2022).

Estudos em Animais e em Laboratório

Na França, pesquisadores da Universidade de Montpellier testaram o óleo da polpa de awara em roedores. Nos camundongos com choque endotóxico, um modelo de inflamação aguda, o óleo reduziu as citocinas pró-inflamatórias e aumentou as anti-inflamatórias, enquanto nos ratos com inflamação pulmonar diminuiu os eosinófilos e linfócitos do lavado broncoalveolar (Bony e colegas, 2012a). Depois, a fração insaponificável do óleo, rica em carotenoides e fitosteróis, reduziu a produção de interleucina 6, óxido nítrico, prostaglandina E2 e TNF-alfa em macrófagos ativados em cultura (Bony e colegas, 2012b).

Em camundongos com diabetes induzido por aloxano, substância que destrói as células do pâncreas produtoras de insulina, o óleo de tucumã-do-pará dado por sonda durante 14 dias, na dose de 5 mL por quilo, baixou a glicemia, elevou a insulina e melhorou marcadores de estresse oxidativo, em grupos de apenas seis animais (Baldissera e colegas, 2017). São resultados em animais e em células, com óleo concentrado e doses que não correspondem a uma porção do fruto, e não permitem afirmar que o tucumã combata inflamação ou diabetes em pessoas.

Usos Tradicionais

No Pará, o uso mais comum é alimentar, e a polpa também é macerada com água no chamado vinho de tucumã. Numa pesquisa com 15 moradores da comunidade Colônia Nova, em Abaetetuba, o fruto é comido cru ou em receitas caseiras e tem fama de anti-inflamatório, crença ainda não testada em pessoas. Os moradores também extraem óleo da amêndoa e da polpa e aproveitam o caroço e os espinhos no artesanato, o estipe em cercados e galinheiros e a palha em cestos (Rodrigues e colegas, 2024).

O Óleo de Bicho do Tucumã

Um uso pouco conhecido fora da região envolve o besouro Speciomerus ruficornis, cuja larva, chamada de bicho do tucumã ou gongo, se desenvolve dentro do caroço. Em Colônia Nova, os moradores usam o óleo extraído dessas larvas nos cuidados com o cabelo (Rodrigues e colegas, 2024). Em Salvaterra, na ilha de Marajó, entrevistas com 29 especialistas locais registraram indicações desse óleo para 46 problemas de saúde, com destaque para contusões, garganta inflamada e inflamações em geral (Soares e colegas, 2025). É um uso tradicional, sem estudos clínicos de eficácia ou de segurança, que não substitui a avaliação médica dessas queixas.

Como Consumir

A polpa madura é raspada do caroço e comida crua, e também entra em bolos, doces, geleias, picolés, recheios de pães e tapiocas, refrescos e sorvetes (Oliveira e colegas, 2022). Como a casca fina é difícil de separar, as análises da parte comestível costumam incluir casca e polpa juntas (Oliveira e colegas, 2022), e a casca é justamente a porção mais rica em carotenoides (Noronha Matos e colegas, 2019).

Com 262 kcal por 100 gramas, o tucumã é um fruto energético, e a porção conta em dietas com restrição de calorias. Quem tem doença renal crônica e precisa restringir o potássio deve contar os 401 mg desse mineral por 100 gramas (TACO, 2011) e combinar a porção com o médico ou o nutricionista. Prefira frutos íntegros, lave a casca antes de comer e descarte os frutos amolecidos, com cheiro de ranço ou mofados.

Cuidados na Colheita e no Consumo

Como alimento, o tucumã-do-pará é de baixo risco para a maioria das pessoas, e o perigo mais concreto está na própria palmeira.

Espinhos

Os anéis de espinhos pretos do estipe, os espinhos das folhas e a bráctea espinhosa junto ao cacho tornam a colheita arriscada sem proteção, numa situação parecida com a da macaúba. Na colheita descrita pela Embrapa, os cachos maduros, quando já há frutos no chão, são cortados na base com uma vara comprida que leva na ponta um gancho ou um podão bem afiado (Oliveira e colegas, 2022). Na coleta, use calçado fechado, luvas grossas, mangas compridas e óculos de proteção, prefira apanhar os frutos que já caíram e mantenha as crianças longe das touceiras. Quem corta os cachos deve ficar fora da linha de queda, porque cada um pode pesar de 10 a 30 quilos (Oliveira e colegas, 2022).

Procure atendimento se a perfuração for profunda, se surgirem sinais de infecção, como calor, dor latejante, febre, inchaço, pus ou vermelhidão, ou se um fragmento de espinho ficar preso na pele, caso em que não se deve tentar retirá-lo sozinho (MedlinePlus, 2025b). Perfurações por espinho, sobretudo quando sujas de terra, contam como feridas de maior risco para tétano, e nelas o reforço da vacina é indicado se a última dose tiver sido tomada há 5 anos ou mais. Quem não sabe se completou o esquema vacinal também deve procurar um serviço de saúde (CDC, 2026).

Excesso de Betacaroteno e Suplementos

Grandes quantidades de betacaroteno vindas dos alimentos não causam doença grave, mas podem deixar a pele alaranjada ou amarelada, alteração que desaparece quando o consumo diminui. Com os suplementos de betacaroteno a conversa é outra, porque eles podem aumentar o risco de câncer em quem fuma ou já fumou e em trabalhadores expostos ao amianto (MedlinePlus, 2025a), e nenhum dos óleos de tucumã tem dose estabelecida para uso como suplemento.

Crianças, Gestação e Lactação

A polpa pode fazer parte da alimentação nessas fases e, para crianças pequenas, deve ser oferecida raspada, longe do caroço duro, que traz risco de engasgo. Os óleos concentrados e o óleo de bicho do tucumã não devem ser usados por conta própria por crianças, gestantes ou lactantes, já que não localizamos estudos de segurança nesses grupos.

Perguntas Frequentes

Tucumã-do-Pará e Tucumã-do-Amazonas São a Mesma Planta?

Não. O tucumã-do-pará é Astrocaryum vulgare, palmeira de touceira do leste da Amazônia, e o tucumã-do-amazonas é Astrocaryum aculeatum, de estipe único e mais alto (Oliveira e colegas, 2022).

Tucumã Tem Vitamina A?

Tem carotenoides que o corpo converte em vitamina A, sobretudo o betacaroteno. A TACO registra 1.181 µg RAE por 100 gramas de tucumã cru (TACO, 2011), mas o teor varia muito de uma amostra para outra (Oliveira e colegas, 2022).

Qual a Diferença entre o Óleo da Polpa e o da Amêndoa?

O da polpa é rico em ácido oleico e em carotenoides, e o da amêndoa tem mais de 85% de gorduras saturadas, com cerca de 50% de ácido láurico (Oliveira e colegas, 2022; Santos, Alves e Roca, 2015).

Tucumã Tem Efeito Anti-Inflamatório Comprovado?

Não em pessoas. O óleo da polpa e uma fração dele reduziram marcadores de inflamação em roedores e em células (Bony e colegas, 2012a; Bony e colegas, 2012b), mas nenhum ensaio clínico testou esses resultados.

O Que É o Óleo de Bicho do Tucumã?

É o óleo extraído da larva do besouro Speciomerus ruficornis, que cresce dentro do caroço do tucumã-do-pará. Comunidades do Pará o usam para contusões, cuidados com o cabelo, garganta inflamada e inflamações (Rodrigues e colegas, 2024; Soares e colegas, 2025), mas não tem estudos clínicos de eficácia ou de segurança e não substitui a avaliação médica dessas queixas.

Referências

16 Referências Citadas

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Baseado em 16 Referências Citadas (10 Peer-Reviewed, 3 Institucionais, 3 Complementares).

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Estudos Científicos Peer-Reviewed (10)

  1. DOI2012 Bony E, Boudard F, Brat P, Dussossoy E, Portet K, Poucheret P, Giaimis J, Michel A (2012a). Awara (Astrocaryum vulgare M.) pulp oil: chemical characterization, and anti-inflammatory properties in a mice model of endotoxic shock and a rat model of pulmonary inflammation. Fitoterapia. 2012;83(1):33-43. doi:10.1016/j.fitote.2011.09.007. Disponível em: doi.org.
  2. DOI2015 Santos MFG, Alves RE, Roca M. Carotenoid composition in oils obtained from palm fruits from the Brazilian Amazon. Grasas y Aceites. 2015;66(3):e086. doi:10.3989/gya.1062142. Disponível em: doi.org.
  3. PMC2015 dos Santos MF, Mamede RV, Rufino MS, de Brito ES, Alves RE. Amazonian native palm fruits as sources of antioxidant bioactive compounds. Antioxidants. 2015;4(3):591-602. doi:10.3390/antiox4030591. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
  4. DOI2019 Noronha Matos KA, Praia Lima D, Pereira Barbosa AP, Zerlotti Mercadante A, Campos Chisté R. Peels of tucumã (Astrocaryum vulgare) and peach palm (Bactris gasipaes) are by-products classified as very high carotenoid sources. Food Chemistry. 2019;272:216-221. doi:10.1016/j.foodchem.2018.08.053. Disponível em: doi.org.
  5. DOI2025 Gualberto LS, Ibiapina A, Dias BB, Freitas BCB, Melo Filho AA, Morais RA, Martins GAS. Investigation of the physicochemical, bioactive properties and antioxidant potential of seeds of native fruits from Brazil: a study on the tucumã (Astrocaryum vulgare), bacupari (Garcinia gardneriana) and pupunha (Bactris gasipaes). Anais da Academia Brasileira de Ciências. 2025;97(1):e20240862. doi:10.1590/0001-3765202520240862. Disponível em: doi.org.
  6. DOI2022 Machado APF, Nascimento RP, Alves MR, Reguengo LM, Marostica Junior MR. Brazilian tucumã-do-Amazonas (Astrocaryum aculeatum) and tucumã-do-Pará (Astrocaryum vulgare) fruits: bioactive composition, health benefits, and technological potential. Food Research International. 2022;151:110902. doi:10.1016/j.foodres.2021.110902. Disponível em: doi.org.
  7. DOI2012 Bony E, Boudard F, Dussossoy E, Portet K, Brat P, Giaimis J, Michel A (2012b). Chemical composition and anti-inflammatory properties of the unsaponifiable fraction from awara (Astrocaryum vulgare M.) pulp oil in activated J774 macrophages and in a mice model of endotoxic shock. Plant Foods for Human Nutrition. 2012;67(4):384-392. doi:10.1007/s11130-012-0323-z. Disponível em: doi.org.
  8. DOI2017 Baldissera MD, Souza CF, Grando TH, Cossetin LF, Sagrillo MR, Nascimento K, et al. Antihyperglycemic, antioxidant activities of tucumã oil (Astrocaryum vulgare) in alloxan-induced diabetic mice, and identification of fatty acid profile by gas chromatograph: new natural source to treat hyperglycemia. Chemico-Biological Interactions. 2017;270:51-58. doi:10.1016/j.cbi.2017.04.001. Disponível em: doi.org.
  9. DOI2024 Rodrigues LB, Barros LS, Pinheiro ECP, Alves ES, Costa JM, Almeida BB, Sousa RL. Conhecimento tradicional sobre o tucumanzeiro na comunidade Colônia Nova, Abaetetuba, Amazônia paraense. Margens: Revista Interdisciplinar. 2024;18(30):323-331. doi:10.18542/rmi.v18i30.17159. Disponível em: doi.org.
  10. DOI2025 Soares I, Benjamim J, Santos R, Lucas F, Viana J, Santos A, Reis A, Santos S, Medeiros-Sarmento P. Astrocaryum vulgare Mart. e o “óleo de bicho do tucumã” (OBT): conhecimentos e usos em Salvaterra, Marajó, Pará. Revista Brasileira de Geografia Física. 2025;18(6):4412-4431. doi:10.26848/rbgf.v18.6.p4412-4431. Disponível em: doi.org.

Fontes Institucionais (3)

  1. GOV2025 MedlinePlus (2025a). Vitamin A. Bethesda: National Library of Medicine; revisado em 21 jan. 2025. Disponível em: medlineplus.gov.
  2. GOV2025 MedlinePlus (2025b). Cuts and puncture wounds. Bethesda: National Library of Medicine; revisado em 14 out. 2025. Disponível em: medlineplus.gov.
  3. GOV2026 Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Clinical Guidance for Wound Management to Prevent Tetanus. Atlanta: CDC; revisado em 8 set. 2026. Disponível em: cdc.gov.

Leituras Complementares (3)

  1. 2022 Oliveira MSP, Oliveira NP, Abreu LF, Paracampo NENP. Astrocaryum aculeatum e A. vulgare: tucumã-do-amazonas e tucumã-do-pará. In: Coradin L, Camillo J, Vieira ICG, editores. Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro: Região Norte. Brasília: Ministério do Meio Ambiente; 2022. p. 161-180. (Série Biodiversidade, 53). Disponível em: infoteca.cnptia.embrapa.br.
  2. POWO. Plants of the World Online: Astrocaryum vulgare Mart. (Arecaceae), nome aceito. Kew: Royal Botanic Gardens, Kew. Disponível em: powo.science.kew.org.
  3. 2011 Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA-Unicamp). Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO). 4. ed. rev. e ampl. Campinas: NEPA-Unicamp; 2011. Item 253: Tucumã, cru. Disponível em: cfn.org.br.

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