Solanum cernuum Vell. é um arbusto ou pequena árvore da família Solanaceae, nativo e exclusivo do Brasil, conhecido popularmente como braço-de-preguiça, panaceia ou velame-do-mato (CEPLAMT/UFMG, 2020). O apelido de panaceia provavelmente se deve à longa lista de problemas para os quais as folhas são usadas na medicina popular, que vai das doenças de pele aos transtornos urinários e à úlcera no estômago (Abreu Miranda e colegas, 2015; Damasceno e colegas, 2016a).
O nome promete mais do que a ciência consegue confirmar. As pesquisas com Solanum cernuum foram feitas em amostras de laboratório, em camundongos e em células, e até outubro de 2026 não localizamos nenhum ensaio clínico em pessoas (PubMed, 2026). Por isso, os resultados obtidos em animais ainda não dizem se o chá funciona nem se é seguro para quem o toma.
A seguir, como reconhecer a espécie sem confundi-la com outras solanáceas, o que os estudos encontraram e quais cuidados valem para gestantes, lactantes e pessoas com sintomas digestivos que não passam.
Sumário do Artigo
Identificação Botânica e Nomes
O nome aceito é Solanum cernuum Vell., publicado pelo naturalista frei José Mariano da Conceição Vellozo na Flora Fluminensis, cujo volume de texto saiu em 1829 (GBIF). A Flora e Funga do Brasil registra como sinônimos Solanum caldense Carvalho, Solanum jubatum Dunal, Solanum oliveirae Carvalho e Solanum paleatum Schott ex Sendtn., nomes que podem surgir em textos antigos (Flora e Funga do Brasil).

A planta cresce como arbusto ou pequena árvore (Flora e Funga do Brasil). As folhas são simples e grandes, com 21 a 32,6 centímetros de comprimento e 6,3 a 18,4 centímetros de largura, margem inteira ou levemente ondulada, base assimétrica e as duas faces de cores diferentes. A face de cima é densamente coberta de pelos e tem nervuras salientes, enquanto a de baixo tem pelos mais esparsos, e o pecíolo, de 3,2 a 6,9 centímetros, é levemente alado. Os pelos, de vários tipos, entre eles estrelados, glandulares e ramificados, aparecem em grande quantidade em todos os órgãos examinados, e um conjunto característico deles ajuda a reconhecer a espécie mesmo quando a folha chega quebrada (Alves e colegas, 2007).
As folhas, inteiras ou moídas, são vendidas como panaceia quase sempre sem controle de qualidade. Como plantas usadas como remédio podem ser identificadas de forma imprecisa, pesquisadores de Minas Gerais descreveram marcadores anatômicos, morfológicos e químicos para confirmar a identidade do material, inclusive quando ele já foi triturado (Alves e colegas, 2007).

Como Diferenciar da Jurubeba e do Peito-de-Vênus
Dois parentes do mesmo gênero já descritos aqui não devem ser confundidos com a panaceia. A jurubeba (Solanum paniculatum) é outra espécie, de ramos espinhosos, com nome próprio e uso tradicional voltado sobretudo à digestão e ao fígado. O peito-de-vênus (Solanum mammosum) é uma planta ornamental, também espinhosa, de frutos amarelos com saliências na base, tóxica e imprópria para consumo. Solanum cernuum é a espécie vendida como panaceia e se reconhece pelas folhas grandes, muito peludas e sem espinhos (Alves e colegas, 2007). As informações de segurança e de uso de uma dessas plantas não valem para as outras, mesmo dentro do gênero.
Onde a Planta Ocorre
Segundo a Flora e Funga do Brasil, a espécie é endêmica do país e tem registros na Bahia, no Distrito Federal, no Espírito Santo, em Goiás, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo, dentro dos domínios do Cerrado e da Mata Atlântica. Aparece em áreas alteradas pela ocupação humana, em florestas estacionais semideciduais, em florestas ombrófilas e nas matas com araucária, chamadas de florestas ombrófilas mistas (Flora e Funga do Brasil). A base oficial não registra a espécie na Amazônia nem na Caatinga.
Composição Química
As folhas de Solanum cernuum já renderam compostos inéditos para a ciência. Em 2011, pesquisadores descreveram a cernumidina e a isocernumidina, alcaloides de estrutura pouco comum, do tipo guanidina cíclica (Lopes e colegas, 2011). Em 2017, outro alcaloide desse grupo, a cernidina, foi isolado junto com flavonoides ligados a açúcares, como afzelina, astragalina e tilirosídeo (Ramos e Oliveira, 2017).
A quercitrina e a afzelina servem como marcadores químicos da espécie (Alves e colegas, 2007) e foram apontadas, ao lado do ácido isoferúlico, como prováveis responsáveis pelo efeito protetor do estômago observado em camundongos (Abreu Miranda e colegas, 2015). Do extrato das folhas em diclorometano saíram a cicloeucalenona e a 24-oxo-31-norcicloartanona, triterpenoides registrados pela primeira vez no gênero, enquanto o extrato em etanol teve como principais componentes dissacarídeos, glicoalcaloides e peptídeos (Grando e colegas, 2008).
Na infusão aquosa das folhas, preparada como no uso tradicional, uma análise por espectrometria de massas de alta resolução identificou, de forma provisória, 18 metabólitos, a maioria flavonoides ligados a açúcares (Oliveira Silva e colegas, 2026).
Usos Tradicionais
Os registros de uso popular reúnem indicações bem diferentes entre si e citam a planta para:
- doenças de pele e sarna, com as folhas aplicadas sobre a pele
- gonorreia e sífilis, indicações antigas
- problemas do baço e do fígado
- reumatismo
- transtornos renais e urinários, como diurético
- úlcera no estômago
Essas indicações aparecem em artigos científicos e em bases de plantas medicinais brasileiras (Abreu Miranda e colegas, 2015; Alves e colegas, 2007; CEPLAMT/UFMG, 2020; CEPLAMT/UFMG, s.d.; Damasceno e colegas, 2016a). A forma mais descrita é a infusão das folhas ou das partes aéreas, tomada como chá, e para uso externo as folhas são aplicadas em pó ou frescas (Alves e colegas, 2007; CEPLAMT/UFMG, 2020). Essas fontes não trazem dose padronizada nem tempo de uso, e gonorreia e sífilis têm tratamento eficaz com antibióticos, que o chá não substitui.
O Que Dizem os Estudos
A pesquisa sobre Solanum cernuum é pequena e vem quase toda de grupos brasileiros. Uma busca no PubMed pelo nome da espécie, feita em outubro de 2026, retornou 13 registros, nenhum deles ensaio clínico, e parte trata de fungos e insetos que vivem na planta (PubMed, 2026).
Estudos com Material Humano em Laboratório
O trabalho mais próximo de pessoas usou amostras humanas fora do corpo: num modelo com urina humana, a infusão das folhas reduziu em até 86,6% a contagem de cristais de oxalato de cálcio, principal componente da maioria das pedras nos rins, e, em sangue humano estimulado em laboratório, diminuiu a produção dos mediadores inflamatórios LTB4 e PGE2 (Oliveira Silva e colegas, 2026). Esses testes não mostram se o chá, depois de bebido, chega aos rins em concentração suficiente, nem se é seguro, e não justificam usá-lo no lugar do tratamento de cálculo renal.
Estudos em Animais
Em camundongos, o extrato hidroetanólico das folhas protegeu o estômago em úlceras agudas provocadas por ácido clorídrico com etanol e por anti-inflamatório não esteroide, e também em úlcera crônica induzida por ácido acético, efeito associado aos grupos sulfidrila e ao óxido nítrico, fatores de defesa da mucosa (Abreu Miranda e colegas, 2015). No mesmo trabalho, nem o extrato nem a cernumidina inibiram a bactéria Helicobacter pylori nas concentrações testadas, ao contrário do que alguns textos na internet afirmam.
O extrato em diclorometano também reduziu as lesões na úlcera causada por etanol, com efeito pequeno quando a úlcera foi provocada por indometacina (Grando e colegas, 2008). Em outro estudo, esse extrato e os dois triterpenoides isolados reduziram as contorções causadas por ácido acético, um teste de dor, e a 24-oxo-31-norcicloartanona diminuiu o inchaço da pata induzido por carragenina e a expressão da enzima inflamatória COX-2 (Lopes e colegas, 2014). Em camundongos Swiss, o extrato hidroalcoólico não causou dano genético em doses de 500 a 2.000 mg/kg e reduziu o dano ao DNA provocado por um agente mutagênico, o que os autores atribuem à ação antioxidante de alcaloides e flavonoides (Damasceno e colegas, 2016a).
Estudos em Células
Em cultura, a 24-oxo-31-norcicloartanona foi ativa e seletiva contra uma linhagem de câncer de pulmão humano (Grando e colegas, 2008), e a cernumidina aumentou a sensibilidade de células de câncer de bexiga à cisplatina, um quimioterápico (Miranda e colegas, 2019). Achados em células isoladas não indicam que a planta sirva para tratar câncer, e quem faz quimioterapia não deve associar o chá ao tratamento sem falar com o oncologista, porque não localizamos estudos sobre interações da planta com medicamentos em pessoas.
Toxicidade e Segurança
Alcaloides do Gênero Solanum
O gênero Solanum, o mesmo da batata, da berinjela e do tomate, produz glicoalcaloides, compostos de estrutura esteroidal conhecidos por causar intoxicação (Milner e colegas, 2011). A toxicidade desses compostos em Solanum cernuum não foi caracterizada em pessoas, mas a análise do extrato das folhas em etanol encontrou glicoalcaloides entre seus principais componentes (Grando e colegas, 2008), o que justifica tratar a planta com a mesma cautela aplicada às outras solanáceas silvestres.
O Que Mostraram os Testes de Toxicidade
Num estudo com camundongos, a dose única capaz de matar metade dos animais foi estimada em 14,5 g de extrato por quilo de peso, valor alto que levou os autores a classificar o extrato como praticamente atóxico em exposição aguda. No teste de 31 dias, porém, a maior dose testada, de 1,4 g/kg, elevou as enzimas hepáticas ALT e AST, sinal de agressão ao fígado, sem alterações importantes no exame microscópico dos órgãos (Almança e colegas, 2011).
Em células de pulmão de hamster da linhagem V79, o extrato aumentou a frequência de micronúcleos, um marcador de dano aos cromossomos, nas concentrações de 160 e 320 µg/mL (Damasceno e colegas, 2016b), resultado que não se repetiu no teste em camundongos (Damasceno e colegas, 2016a). Como esses dados vêm de animais e células, a segurança do uso prolongado em pessoas continua desconhecida, e quem tem doença no fígado deve evitar a planta.
Crianças, Gravidez e Lactação
Não localizamos estudos de segurança de Solanum cernuum na amamentação, em crianças ou na gestação. Diante dessa falta de dados e da presença de glicoalcaloides no gênero, a recomendação é que gestantes e lactantes evitem a planta e que ela não seja dada a crianças.
Quando Procurar o Médico
O uso tradicional para o estômago e para inflamações não substitui diagnóstico. Dificuldade para engolir, dor de estômago que persiste ou volta com frequência, fezes escuras ou com sangue, perda de peso sem explicação e vômito com sangue pedem avaliação médica, porque podem indicar infecção por H. pylori, úlcera ou outras doenças que exigem exames e tratamento específico. O mesmo vale para cólica renal, dor ao urinar e sangue na urina. Nesses casos, tomar o chá por conta própria pode atrasar o diagnóstico. Quem usa remédios de uso contínuo deve conversar com o médico antes de experimentar qualquer preparo, já que as interações não foram estudadas.
Perguntas Frequentes
Solanum cernuum e Jurubeba São a Mesma Planta?
Não. A jurubeba é Solanum paniculatum, espécie de ramos espinhosos e uso tradicional próprio. Solanum cernuum é a planta vendida como panaceia, de folhas grandes, cobertas de pelos e sem espinhos (Alves e colegas, 2007).
Por Que a Planta É Chamada de Panaceia?
Panaceia significa remédio para todos os males, e o nome provavelmente reflete a grande variedade de usos da planta na medicina popular (Abreu Miranda e colegas, 2015). É um apelido tradicional, e não uma indicação comprovada.
Há Estudos com Solanum cernuum em Pessoas?
Não localizamos ensaios clínicos. Os dados disponíveis vêm de camundongos, de células e de testes com sangue e urina humanos feitos em laboratório (Oliveira Silva e colegas, 2026; PubMed, 2026).
A Planta Combate o Helicobacter pylori?
O estudo que testou essa hipótese não encontrou atividade do extrato nem da cernumidina contra a bactéria nas concentrações avaliadas (Abreu Miranda e colegas, 2015). A infecção por H. pylori exige diagnóstico e tratamento médico.
O Chá de Solanum cernuum Dissolve Pedras nos Rins?
Não há prova disso em pessoas. Num modelo de laboratório com urina humana, a infusão reduziu a quantidade de cristais de oxalato de cálcio (Oliveira Silva e colegas, 2026), mas cristais em tubo de ensaio não equivalem a pedras já formadas nos rins, e o efeito não foi testado em quem tem cálculo renal. Cólica renal e sangue na urina pedem avaliação médica.
Gestantes Podem Usar Solanum cernuum?
A recomendação é evitar. Não localizamos estudos de segurança na amamentação nem na gestação, e o gênero Solanum produz glicoalcaloides tóxicos (Milner e colegas, 2011).
Referências
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Estudos Científicos Peer-Reviewed (12)
- DOI2015 Abreu Miranda M, Lemos M, Alves Cowart K, Rodenburg D, McChesney JD, Radwan MM, et al. Gastroprotective activity of the hydroethanolic extract and isolated compounds from the leaves of Solanum cernuum Vell. Journal of Ethnopharmacology. 2015;172:421-429. doi:10.1016/j.jep.2015.06.047. Disponível em: doi.org.
- PMC2026 National Library of Medicine. PubMed: busca pelo termo “Solanum cernuum”, realizada em outubro de 2026. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov.
- DOI2011 Lopes LC, Roman B, Medeiros MA, Mukhopadhyay A, Utrilla P, Gálvez J, et al. Cernumidine and isocernumidine, new type of cyclic guanidine alkaloids from Solanum cernuum. Tetrahedron Letters. 2011;52(48):6392-6395. doi:10.1016/j.tetlet.2011.09.060. Disponível em: doi.org.
- DOI2017 Ramos AC, de Oliveira RR. A new alkaloid and flavonoids isolated from Solanum cernuum leaves by high-performance countercurrent chromatography. Natural Product Research. 2017;31(20):2405-2412. doi:10.1080/14786419.2017.1311889. Disponível em: doi.org.
- DOI2008 Grando R, Antônio MA, Araújo CEP, Soares C, Medeiros MA, Carvalho JE, et al. Antineoplastic 31-norcycloartanones from Solanum cernuum Vell. Zeitschrift für Naturforschung C. 2008;63(7-8):507-514. doi:10.1515/znc-2008-7-807. Disponível em: doi.org.
- DOI2026 de Oliveira Silva D, Salem PPO, Costa LPM, da Silva PRS, Murgu M, Sartorelli P, et al. High-resolution chemical characterization and bioactivity assessment of Solanum cernuum infusion. Journal of Ethnopharmacology. 2026;370:121998. doi:10.1016/j.jep.2026.121998. Disponível em: doi.org.
- DOI2016 Damasceno JL, Oliveira PF, Miranda MA, Leandro LF, Acésio NO, Ozelin SD, et al. Protective effects of Solanum cernuum extract against chromosomal and genomic damage induced by methyl methanesulfonate in Swiss mice. Biomedicine and Pharmacotherapy. 2016a;83:1111-1115. doi:10.1016/j.biopha.2016.08.027. Disponível em: doi.org.
- DOI2014 Lopes LC, de Carvalho JE, Kakimore M, Vendramini-Costa DB, Medeiros MA, Spindola HM, et al. Pharmacological characterization of Solanum cernuum Vell.: 31-norcycloartanones with analgesic and anti-inflammatory properties. Inflammopharmacology. 2014;22(3):179-185. doi:10.1007/s10787-013-0182-8. Disponível em: doi.org.
- DOI2019 Miranda MA, Mondal A, Sachdeva M, Cabral H, Neto YAAH, Khan I, et al. Chemosensitizing effect of cernumidine extracted from Solanum cernuum on bladder cancer cells in vitro. Chemistry and Biodiversity. 2019;16(10):e1900334. doi:10.1002/cbdv.201900334. Disponível em: doi.org.
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- DOI2011 Almança CC, Saldanha SV, Sousa DR, Trivilin LO, Nunes LC, Porfírio LC, Marinho BG. Toxicological evaluation of acute and sub-chronic ingestion of hydroalcoholic extract of Solanum cernuum Vell. in mice. Journal of Ethnopharmacology. 2011;138(2):508-512. doi:10.1016/j.jep.2011.09.045. Disponível em: doi.org.
- DOI Damasceno JL, de Oliveira PF, Miranda MA, Lima M, Bastos JK, Tavares DC. Antigenotoxic and antioxidant properties of Solanum cernuum and its alkaloid, cernumidine. Biological and Pharmaceutical Bulletin. 2016b;39(6):920-926. doi:10.1248/bpb.b15-00638. Disponível em: doi.org.
Leituras Complementares (5)
- 2020 Centro Especializado em Plantas Aromáticas, Medicinais e Tóxicas (CEPLAMT), Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Planta do mês, abril de 2020: braço-de-preguiça, panaceia (Solanum cernuum Vell.). Belo Horizonte: UFMG; 2020. Disponível em: ufmg.br.
- GBIF Secretariat. GBIF Backbone Taxonomy: Solanum cernuum Vell. (Solanaceae). Disponível em: gbif.org.
- Stehmann JR, Mentz LA, Agra MF, Vignoli-Silva M, Giacomin L, Rodrigues IMC. Solanum cernuum Vell. In: Flora e Funga do Brasil. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: floradobrasil.jbrj.gov.br.
- 2007 Alves TMA, Marengo S, Machado C, Caldeira R, Carvalho O, Isaias RMS, Stehmann JR, Zani C. Morphological, anatomical, macro and micromolecular markers for Solanum cernuum identification. Revista Brasileira de Farmacognosia. 2007;17(4):542-548. doi:10.1590/S0102-695X2007000400012. Disponível em: scielo.br.
- Centro Especializado em Plantas Aromáticas, Medicinais e Tóxicas (CEPLAMT), Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Banco de amostras: panaceia (Solanum cernuum Vell.). Belo Horizonte: UFMG; s.d. Disponível em: ufmg.br.





