Flores Medicinais

Capuchinha (Tropaeolum majus): Usos, Estudos e Contraindicações

Por Conselho Editorial18 Min de Leitura
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Flor de capuchinha vermelha de perto, com estames amarelos no centro

A capuchinha (Tropaeolum majus L.) é uma flor comestível que se espalha com facilidade por hortas e vasos no Brasil, de pétalas amarelas, laranja ou vermelhas e folhas redondas como pequenos escudos. O sabor picante, parecido com o do agrião, vem dos glicosinolatos, os mesmos compostos que atraíram a pesquisa farmacológica.

Os resultados existem, mas são mais estreitos do que a fama sugere. Os ensaios clínicos de maior peso testaram um medicamento padronizado que combina capuchinha e raiz-forte, e não o chá caseiro, em bronquite aguda e cistite de repetição. Do lado dos riscos, estudos em ratas prenhes registraram perda de embriões já na menor dose testada, e por isso este guia contraindica o uso medicinal na gestação e em quem tenta engravidar.

Sumário do Artigo
  1. Identificação Botânica e Nomes
  2. Composição
  3. O Que Dizem os Estudos
  4. Usos Tradicionais
  5. Como Preparar e Consumir
  6. Contraindicações, Interações e Cuidados
  7. Perguntas Frequentes

Identificação Botânica e Nomes

O nome aceito é Tropaeolum majus L., da família Tropaeolaceae (GBIF). A família pertence à ordem Brassicales, a mesma das mostardas e da raiz-forte, parentesco distante que explica os glicosinolatos em comum. É uma erva de crescimento rápido, cultivada em geral como anual, de caules carnosos, rasteiros ou escandentes e folhas arredondadas presas ao pecíolo pelo centro (Brondani e colaboradores, 2016). Originária dos Andes, é conhecida há séculos sobretudo em cultivo. As fontes divergem sobre a área exata de origem, situada entre a Bolívia e a Colômbia por um herbário universitário brasileiro (Cordeiro, 2020) e do Peru ao México por uma revisão (Brondani e colaboradores, 2016).

Nomes Populares

No Brasil, a planta é chamada de capuchinha, chagas, chaguinha, flor-de-chagas, mastruço-do-peru e nastúrcio (GBIF; Brondani e colaboradores, 2016; Cordeiro, 2020). Vista por trás, a união das sépalas com o esporão da flor lembra um capuz, de onde vem “capuchinha”, e as cinco pétalas foram associadas pela tradição religiosa às cinco chagas de Cristo. Tropaeolum significa “pequeno troféu”, porque Lineu viu nas folhas escudos e nas flores capacetes, e majus, “maior”, separa a espécie da parente Tropaeolum minus (Cordeiro, 2020).

Capuchinha, Agrião e a Armadilha do Nome Nasturtium

Em inglês, a capuchinha se chama “nasturtium”. Só que Nasturtium, em itálico e com inicial maiúscula, é o gênero botânico do agrião (Nasturtium officinale), da família Brassicaceae, sem parentesco próximo com a capuchinha. As duas têm sabor picante parecido, mas composição, cuidados e estudos próprios, e um texto que fala em “nasturtium” pode estar se referindo a qualquer uma delas. A armadilha lembra a da douradinha, nome popular de plantas diferentes no Brasil: na compra de erva seca, só o nome científico no rótulo indica a planta certa.

Composição

O composto mais característico é a glucotropeolina, ou benzilglicosinolato. Quando a planta é mastigada ou cortada, a enzima mirosinase, ou bactérias do intestino, a convertem em isotiocianato de benzila, que responde pelo ardor e é a substância mais estudada da espécie (Barrantes-Martínez e colaboradores, 2022). Como o calor inativa a mirosinase, um dos estudos descritos adiante usou um pó aquecido como controle (Herz e colaboradores, 2023), e as pesquisas preferem comprimidos ou pó liofilizado de teor controlado.

Entre os flavonoides, a isoquercitrina foi ligada ao efeito diurético observado em ratos (Gasparotto Junior e colaboradores, 2011). As flores são ricas em carotenoides: um estudo brasileiro mediu cerca de 450 microgramas de luteína por grama nas flores amarelas e 350 nas de tom laranja-acastanhado, além de betacaroteno e luteína nas folhas (Niizu e Rodriguez-Amaya, 2005). A Embrapa confirmou a luteína como carotenoide principal, com betacaroteno, betacriptoxantina e zeaxantina, e teores maiores nas flores amarelas do que nas vermelhas (Borguini e colaboradores, 2018).

Uma revisão polonesa cita ainda antocianinas, polifenóis e vitamina C, além de minerais como cálcio, cobre, ferro, fósforo, magnésio, potássio e zinco, e registra ácido erúcico no óleo das sementes (Jakubczyk e colaboradores, 2018). Os teores variam com a cor da flor, o cultivo e a parte da planta, e nenhuma fonte consultada sustenta a ideia, comum na internet, de que a capuchinha seja fonte relevante de iodo.

Canteiro de capuchinhas com flores amarelas e vermelhas e folhas redondas

O Que Dizem os Estudos

Um aviso muda a leitura do que vem a seguir: os ensaios clínicos de maior peso não testaram a capuchinha sozinha. Eles usaram o Angocin Anti-Infekt N, fitoterápico autorizado na Alemanha em que cada comprimido combina 200 mg de capuchinha em pó com 80 mg de raiz-forte (Armoracia rusticana), com teor de glicosinolatos controlado (Albrecht e colaboradores, 2023; Albrecht e colaboradores, 2026). Os dois ensaios recentes foram conduzidos pela mesma empresa de pesquisa clínica, e o de cistite foi financiado pelo fabricante. Nenhum deles permite concluir que chá, salada ou suco produzam o mesmo efeito.

Estudos em Humanos

Bronquite aguda. Um ensaio randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, com 384 adultos que tinham bronquite aguda havia no máximo dois dias, testou quatro comprimidos três vezes ao dia por dez dias (Albrecht e colaboradores, 2023). O escore de gravidade, que soma sintomas como dor no peito, muco e tosse, melhorou mais rápido a partir do terceiro dia, e a vantagem se manteve até o décimo. Na autoavaliação dos pacientes, porém, a diferença foi discreta e só ficou significativa no oitavo dia, sem ganho de qualidade de vida. Casos que exigiam antibiótico e pessoas com asma ficaram de fora. Os efeitos adversos mais citados foram dor de cabeça e queixas gastrointestinais, e 7 dos 195 participantes do grupo da combinação deixaram o estudo por eventos adversos.

Cistite de repetição. Um ensaio de fase III acompanhou por seis meses adultos com cistite não complicada recorrente, com pelo menos três episódios em 12 meses ou dois em seis meses, que tomaram a combinação ou placebo de forma contínua (Albrecht e colaboradores, 2026). Como mais de 98% dos inscritos eram mulheres, a análise incluiu só as 217 participantes do sexo feminino. Ao fim de 180 dias, 36% do grupo da combinação e 48% do grupo placebo tinham tido nova infecção, o que corresponde a uma razão de risco de 0,64, ou seja, um risco de recorrência pouco mais de um terço menor, com efeitos adversos semelhantes entre os grupos. Os autores apontam limites, como a confirmação por cultura de urina em apenas 75% dos casos. Um ensaio de 2007, com 90 dias de uso, também registrou menos recorrências que o placebo na análise por protocolo (Albrecht e colaboradores, 2007).

São dados de prevenção em mulheres adultas com cistite simples e acompanhamento médico, sem nada a dizer sobre infecção já instalada ou dos rins, nem sobre crianças, gestantes ou homens. Para quem compara opções, o cranberry é outra planta associada ao tema, com evidências e limites próprios.

Inflamação. Um ensaio cruzado e duplo-cego com 34 mulheres saudáveis comparou 1,5 g de pó de flores e folhas duas vezes ao dia, por 14 dias, com um pó em que a mirosinase fora inativada pelo calor (Herz e colaboradores, 2023). Esperava-se queda da prostaglandina E2, um mediador inflamatório, mas ela subiu nos dois grupos em proporção semelhante. O resultado não mostra efeito anti-inflamatório: no grupo do pó ativo, também subiram o leucotrieno B4 e a liberação de TNF-alfa, outros marcadores inflamatórios, achados de significado clínico incerto em mulheres saudáveis.

Pré-diabetes. Um ensaio piloto cruzado com dez pessoas pré-diabéticas comparou quatro semanas de bebida com pó liofilizado de folhas, 15 g por semana, com placebo (Barrantes-Martínez e colaboradores, 2022). Depois da bebida, o colesterol LDL e o LDL oxidado estavam mais baixos do que no início, comparação feita com os valores iniciais, e não com o placebo. Glicose e resistência à insulina, que estavam entre os desfechos principais, não mudaram, e seis dos dez participantes relataram náusea. O estudo orienta pesquisas maiores e não permite falar em controle do diabetes.

Estudos em Animais e In Vitro

Em estudo com animais, sem confirmação em humanos, o extrato e a infusão de capuchinha aumentaram a eliminação de sódio na urina de ratos (Gasparotto Junior e colaboradores, 2009). A isoquercitrina isolada da planta teve efeito diurético em ratos hipertensos sem alterar o potássio no sangue (Gasparotto Junior e colaboradores, 2011). Testes de toxicidade por 28 e 90 dias em coelhos e roedores não mostraram alterações relevantes (Gomes e colaboradores, 2012; Araújo e colaboradores, 2018), mas não avaliaram fertilidade nem gestação.

É na reprodução, ainda em estudos com animais, que aparecem os sinais de alerta mais sérios. Em ratas que receberam extrato do 1º ao 7º dia de gestação, houve perda de embriões antes da implantação em todas as doses testadas, de 3 a 300 mg/kg por dia (Lourenço e colaboradores, 2014). Com exposição do 8º ao 20º dia, os fetos tiveram retardo de crescimento e lesão renal (Lourenço e colaboradores, 2017). Outro trabalho do grupo, com as mesmas doses, não encontrou efeito sobre a contração do útero nem atividade estrogênica ou androgênica (Lourenço e colaboradores, 2012), resultado que não anula os sinais de perda embrionária e de dano fetal. Em camundongos machos, a dose alta de 750 mg/kg reduziu a testosterona e lesou os testículos, sem alterações nas doses de 75 e 375 mg/kg (Khorsandi e Oroojan, 2018).

Em estudo in vitro, sem confirmação em humanos, isotiocianatos presentes na capuchinha e na raiz-forte, testados como substâncias puras, inibiram biofilmes de Pseudomonas aeruginosa (Kaiser e colaboradores, 2017), dado que explica o interesse pela planta sem fazer dela um antibiótico.

Usos Tradicionais

No Brasil, a capuchinha é conhecida na medicina popular sobretudo como diurética (Gasparotto Junior e colaboradores, 2009). Revisões e estudos brasileiros registram outros usos populares (Brondani e colaboradores, 2016; Gomes e colaboradores, 2012):

  • Afecções respiratórias e tosse: paralelo com o ensaio de bronquite, que testou o produto combinado, e não o chá.
  • Cabelo: tônico para o couro cabeludo, em uso externo.
  • Escorbuto: registro antigo como planta antiescorbútica.
  • Infecção urinária: os ensaios clínicos testaram só a prevenção de novas crises de cistite, com o produto combinado com raiz-forte, e não o tratamento da infecção.
  • Pele: acne, eczema, furúnculos e psoríase.
  • Pressão alta: efeito investigado apenas em animais.

São usos tradicionais registrados, sem estudo clínico com a planta preparada em casa. O uso culinário pisa em terreno mais firme: a Embrapa descreve a capuchinha como hortaliça não convencional de parte aérea toda comestível, com botões florais, caule, flores, folhas e frutos verdes, estes às vezes conservados em vinagre como alcaparras (Borguini e colaboradores, 2018).

Flor amarela de capuchinha vista de lado, com a espora alongada e gotas de orvalho

Como Preparar e Consumir

Este guia orienta só o uso culinário, em porções habituais de salada ou tempero. Não existe dose validada de chá, suco ou tintura caseiros, porque nenhum estudo testou essas preparações, e por isso o texto não indica gramas nem xícaras. Quem pensa em uso medicinal deve conversar antes com o médico ou com um profissional habilitado em fitoterapia. Gestantes, lactantes, pessoas com gastrite ou úlcera e quem tenta engravidar devem ler antes a seção de contraindicações.

  1. Use plantas de procedência conhecida, sem agrotóxico, e evite flores de floricultura, que podem ter recebido produtos impróprios para consumo.
  2. Lave flores e folhas em água corrente, olhando o interior da flor, onde pequenos insetos se escondem.
  3. Comece com pequenas quantidades, já que desconforto gástrico e náusea foram queixas frequentes nos estudos.
  4. Sirva crua na decoração de pratos, em saladas e em sanduíches, ou ponha botões e frutos verdes em conserva de vinagre.
  5. Guarde as flores na geladeira, em pote com tampa furada: um estudo da Embrapa que comparou 5 °C e 10 °C apontou 5 °C como a melhor temperatura para conservá-las por sete dias (Lima e colaboradores, 2016).

Contraindicações, Interações e Cuidados

Os cuidados abaixo valem sobretudo para o uso medicinal, em cápsulas, chá concentrado, comprimidos, extrato, pó ou suco.

  • Alergia: quem já teve reação à capuchinha ou à raiz-forte deve evitá-las. Coceira, falta de ar ou inchaço nos lábios depois de comer a planta pedem atendimento imediato.
  • Amamentação, gestação e tentativa de gravidez: uso medicinal contraindicado, pela perda de embriões e pelas alterações fetais observadas em ratas e pela falta de estudos na lactação. Nessas fases, o mais prudente é também não fazer da planta um alimento frequente.
  • Crianças: os ensaios envolveram só adultos. Crianças pequenas não devem receber chá, comprimidos, extrato ou suco de capuchinha.
  • Doença renal: quem tem doença renal crônica ou nefrite deve evitar o uso medicinal, pelo efeito diurético descrito em animais e pela falta de estudos de segurança.
  • Estômago sensível, gastrite e úlcera: o ardor dos isotiocianatos pode irritar o estômago, e náusea foi queixa frequente nos estudos. Com gastrite ativa ou úlcera, evite a forma medicinal e prefira deixar a planta fora do prato até a melhora.
  • Homens que tentam ter filhos: pela toxicidade testicular em camundongos com dose alta, evite doses medicinais nesse período.
  • Infecção urinária: a evidência se limita à prevenção da cistite não complicada recorrente em mulheres adultas, como adjuvante e com acompanhamento médico. Calafrios, dor lombar, febre, sangue na urina e infecção em criança, gestante ou homem exigem avaliação médica, e a capuchinha nunca substitui o antibiótico prescrito.
  • Medicamentos: em ratos, a planta teve efeito diurético (Gasparotto Junior e colaboradores, 2011) e reduziu a atividade da enzima conversora de angiotensina, alvo de remédios como captopril e enalapril (Lourenço e colaboradores, 2017). Quem usa anti-hipertensivos ou diuréticos deve falar com o médico antes, pelo risco teórico de somar efeitos sobre o potássio e a pressão.

Quando Buscar Atendimento

Na infecção urinária, calafrios, dor lombar ou febre indicam possível infecção nos rins e pedem atendimento no mesmo dia, assim como sangue na urina e qualquer suspeita de infecção em criança, gestante ou homem. Na bronquite, chiado, falta de ar, febre persistente, sangue no escarro ou tosse por mais de três semanas pedem consulta. Em ingestão acidental de comprimidos ou extrato, o Disque-Intoxicação da Anvisa atende de graça pelo 0800 722 6001.

Perguntas Frequentes

Capuchinha Serve para Infecção Urinária?

Ensaios clínicos com um medicamento padronizado de capuchinha e raiz-forte, usado continuamente por meses, reduziram as recorrências de cistite não complicada em mulheres adultas. Não há estudo com chá caseiro nem com infecção já instalada. Dor lombar, febre ou sangue na urina exigem avaliação médica, e a planta não substitui o antibiótico.

Capuchinha e Agrião São a Mesma Planta?

Não. A capuchinha é Tropaeolum majus, da família Tropaeolaceae, e o agrião é Nasturtium officinale, da família Brassicaceae. A confusão vem do inglês, em que a capuchinha se chama “nasturtium”, nome do gênero do agrião, e os estudos de uma planta não valem para a outra.

Grávidas Podem Usar Capuchinha?

Não em uso medicinal. Estudos em ratas prenhes registraram perda de embriões em todas as doses testadas e alterações nos fetos, e não há estudos de segurança em gestantes. Na alimentação, o mais prudente é não fazer da capuchinha um ingrediente frequente durante a gestação. A mesma cautela vale para quem tenta engravidar e para quem amamenta.

O Chá Caseiro Equivale ao Remédio dos Estudos?

Não. Os ensaios usaram comprimidos com quantidades fixas de capuchinha e raiz-forte e teor controlado de glicosinolatos. O chá caseiro tem composição incerta, e a água quente pode inativar a enzima que libera o isotiocianato de benzila, por isso os resultados não se transferem para a infusão.

A Capuchinha Ajuda a Controlar o Diabetes?

Não há base para essa afirmação. O piloto com dez pessoas pré-diabéticas não encontrou mudança na glicose nem na resistência à insulina, só queda do LDL em relação ao início do estudo. Quem tem pré-diabetes ou diabetes deve manter o acompanhamento e a medicação orientados pelo médico.

Quais Partes da Capuchinha São Comestíveis?

Segundo a Embrapa, toda a parte aérea: botões florais, caule, flores, folhas e frutos verdes. Flores e folhas vão cruas à salada, e botões e frutos verdes podem virar conserva de vinagre. Vale moderar a quantidade, porque o ardor pode incomodar estômagos sensíveis.

A Capuchinha Tem Efeitos Colaterais?

Nos estudos com formas concentradas, as queixas mais comuns foram desconforto gastrointestinal, dor de cabeça e náusea, em geral leves. Os riscos mais sérios descritos vêm de estudos em animais e envolvem fertilidade e gestação, motivo das contraindicações deste artigo.

Crianças Podem Comer Capuchinha?

Crianças pequenas não devem receber capuchinha em forma medicinal, porque os ensaios envolveram só adultos, e o ardor também torna a planta pouco indicada na alimentação delas. Infecção respiratória ou urinária em criança sempre exige avaliação pediátrica.

Créditos de imagem: flor de perto e canteiro, fotos de Dinkum e Mary Hutchison, domínio público (CC0), via Wikimedia Commons; flor com espora, foto de Ermell, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons.

Referências

21 Referências Citadas

Nível de Evidência: 🥇 Alto

Baseado em 21 Referências Citadas (16 Peer-Reviewed, 5 Complementares).

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Estudos Científicos Peer-Reviewed (16)

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  15. PMC2018 Khorsandi, L., Oroojan, A. A. (2018). Toxic effect of Tropaeolum majus L. leaves on spermatogenesis in mice. JBRA Assisted Reproduction, 22(3), 174-179.
  16. PMC2017 Kaiser, S. J. et al. (2017). Natural isothiocyanates express antimicrobial activity against developing and mature biofilms of Pseudomonas aeruginosa. Fitoterapia, 119, 57-63.

Leituras Complementares (5)

  1. GBIF Secretariat. Tropaeolum majus L. GBIF Backbone Taxonomy.
  2. 2016 Brondani, J. C. et al. (2016). Traditional usages, botany, phytochemistry, biological activity and toxicology of Tropaeolum majus L.: a review. Boletín Latinoamericano y del Caribe de Plantas Medicinales y Aromáticas, 15(4), 264-273.
  3. 2020 Cordeiro, S. Z. (2020). Tropaeolum majus L. Herbário HUNI, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
  4. 2018 Borguini, R. G. et al. (2018). Flores de capuchinha: uma hortaliça não-convencional rica em carotenoides. Cadernos de Agroecologia, 13(1). Embrapa.
  5. 2016 Lima, I. C. et al. (2016). Caracterização de flores da capuchinha (Tropaeolum majus L.) armazenadas em diferentes temperaturas. XI Brazilian Meeting on Chemistry of Food and Beverages, São José do Rio Preto. Embrapa.

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