A menopausa é a transição natural que marca o fim dos ciclos menstruais e da fertilidade da mulher, confirmada após doze meses consecutivos sem menstruação e concentrada, na maioria dos casos, entre os 45 e 55 anos de idade. O período de transição que a precede, chamado climatério, pode durar vários anos e é marcado pela redução gradual da produção de estrogênio e progesterona pelos ovários.
Cada mulher vive essa fase de um jeito diferente. Em algumas, a transição ocorre de forma tranquila; em outras, os sintomas são intensos o suficiente para impactar a qualidade de vida, o sono e o bem-estar emocional. Por isso, o manejo dos sintomas deve ser individualizado, e produtos naturais e fitoterápicos surgem como uma opção estudada por muitas mulheres que buscam alternativas ou complementos à terapia hormonal convencional.
Sumário do Artigo
- Compreendendo a Menopausa e Seus Sintomas
- O Que Considerar Antes de Usar Produtos Naturais para a Menopausa
- Amora
- Black Cohosh (Cohosh-Negro)
- Dong Quai
- Ginseng-Brasileiro
- Hipérico (Erva-de-São-João)
- Isoflavona de Soja
- Maca-Peruana
- Sálvia
- Trevo-Vermelho
- Vitex-Agnocasto
- Suplementos Complementares para a Saúde na Menopausa
- Contraindicações e Interações
- Perguntas Frequentes sobre Produtos Naturais para a Menopausa
Compreendendo a Menopausa e Seus Sintomas
Os sintomas vasomotores estão entre os mais relatados. As ondas de calor, ou fogachos, são episódios súbitos de calor intenso que afetam principalmente rosto, pescoço e peito, geralmente seguidos por suor e calafrios. Quando ocorrem à noite, os suores noturnos interrompem o sono e podem levar a cansaço e irritabilidade no dia seguinte.
A queda de estrogênio também afeta neurotransmissores no cérebro, o que ajuda a explicar alterações de humor, ansiedade, dificuldade de concentração e oscilações na libido relatadas por muitas mulheres nessa fase. Outros sintomas comuns incluem sensibilidade nas mamas, redução da mobilidade articular, insônia, perda de densidade óssea, ressecamento da pele e secura vaginal.
A pele sofre mudanças próprias da queda hormonal: a redução do colágeno leva à perda de elasticidade e ao ressecamento, e cabelos e unhas podem ficar mais frágeis. Cuidados com hidratação e proteção solar ajudam a atenuar esse efeito. O sistema urinário também pode ser afetado, com maior ressecamento da uretra, mais infecções urinárias e episódios de incontinência de esforço ao tossir, espirrar ou rir; exercícios de assoalho pélvico, como os de Kegel, são úteis para fortalecer o controle da bexiga. As articulações, por sua vez, podem apresentar dor e rigidez, quadro às vezes chamado de artralgia da menopausa, que costuma responder bem à manutenção de um peso saudável e a exercícios de baixo impacto, como caminhada, natação e ciclismo.
O Que Considerar Antes de Usar Produtos Naturais para a Menopausa
O tratamento dos sintomas pode ser feito com reposição hormonal sob indicação do ginecologista, ou de forma complementar com fitoterápicos e suplementos. É essencial entender um ponto de segurança comum a boa parte das plantas desta lista: muitas têm ação fitoestrogênica (mimetizam parcialmente o estrogênio no corpo), e mulheres com histórico pessoal de câncer de mama hormônio-dependente, ou risco elevado dessa condição, devem conversar com o oncologista ou ginecologista antes de usar qualquer planta com esse mecanismo. A evidência de segurança varia bastante entre as plantas listadas, sendo mais tranquilizadora para a soja em quantidade alimentar e mais incerta para outras. Cada produto tem seu próprio perfil de contraindicações, e o acompanhamento de um médico, ginecologista ou fitoterapeuta é a forma mais segura de combinar diferentes opções sem risco de interação.
Amora

A amora contém fitoestrogênios em quantidade mais discreta que outras plantas desta lista. O extrato das folhas é tradicionalmente usado com foco em ondas de calor e suores noturnos, e alguma pesquisa preliminar associa seu uso a melhora na qualidade do sono, embora a evidência específica para sintomas da menopausa ainda seja limitada. A planta também é rica em antioxidantes, como as antocianinas, que ajudam a neutralizar radicais livres.
O consumo pode ser feito como fruta fresca, chá preparado com as folhas secas ou suplemento em cápsulas. Como em qualquer fitoterápico, a orientação de um profissional de saúde ajuda a definir a forma e a quantidade mais adequadas para cada caso.
Ainda que a ação fitoestrogênica seja discreta, quem tem câncer de mama hormônio-dependente ou risco elevado dessa condição deve conversar com o médico antes do uso contínuo do extrato ou do chá das folhas; a fruta consumida como alimento não levanta a mesma preocupação. A segurança das folhas concentradas em gestantes e lactantes não está bem estabelecida. Preparações à base de folhas de amoreira também são estudadas por possível efeito de redução da glicemia, de modo que quem trata diabetes deve acompanhar as taxas ao iniciar o uso.
Black Cohosh (Cohosh-Negro)

É uma das plantas mais estudadas para ondas de calor e suores noturnos na menopausa, com resultados favoráveis em parte dos ensaios clínicos. Por muito tempo acreditou-se que a ação do cohosh-negro (Cimicifuga racemosa) fosse estrogênica, mas estudos mais recentes sugerem que seus compostos atuam sobretudo no sistema nervoso central, modulando receptores de serotonina e dopamina envolvidos na regulação da temperatura corporal.
É essencial saber: casos raros de lesão hepática grave foram associados ao uso do cohosh-negro, incluindo casos de falência hepática. A causalidade ainda é debatida, mas por precaução, o uso não deve ultrapassar 6 meses sem avaliação médica, e sinais como icterícia ou urina escura exigem suspensão imediata e consulta médica. Desconforto gastrointestinal leve também pode ocorrer em algumas pessoas.
Dong Quai

Dong quai, ou Angelica sinensis, é conhecida na medicina tradicional chinesa como o ginseng feminino e é usada há séculos para apoiar o sistema reprodutor da mulher, geralmente combinada com outras ervas em fórmulas compostas. Os ligustilídeos, seus principais compostos ativos, parecem ter efeito relaxante sobre a musculatura uterina, e o mecanismo tradicionalmente atribuído à planta é o de regulação hormonal, não o de elevação direta do estrogênio.
Ao contrário da fama popular, um estudo clínico controlado por placebo não encontrou o dong quai mais eficaz que placebo para sintomas de menopausa quando usado isoladamente, e a planta não parece ter efeito estrogênico direto relevante nessas condições. É essencial saber: estudos em células sugerem que pode estimular o crescimento de células de câncer de mama, o que pede cautela para quem tem essa condição; a planta tem propriedades anticoagulantes reais, com relato documentado de interação com varfarina aumentando o efeito do medicamento; e pode aumentar a sensibilidade da pele ao sol. Quem usa anticoagulante deve conversar com o médico antes de qualquer uso.
Ginseng-Brasileiro

Também conhecido como Pfaffia paniculata, o ginseng-brasileiro tem propriedades adaptogênicas e é estudado por possível papel em energia e disposição durante a menopausa. A evidência específica para sintomas menopausais ainda é mais limitada do que a disponível para outras plantas desta lista, e seu uso costuma ser voltado ao suporte geral de vitalidade mais do que ao alívio direto de sintomas vasomotores.
A segurança do uso prolongado em humanos também não está bem estabelecida, e há indícios de atividade hormonal nas saponinas da raiz, o que recomenda a mesma cautela das demais plantas desta lista para quem tem câncer de mama hormônio-dependente ou risco elevado dessa condição. Não há dados suficientes que sustentem o uso na gravidez e na amamentação, e quem toma medicamento contínuo deve conversar com o médico antes de acrescentar a raiz à rotina. Relatos de reação respiratória alérgica em pessoas que manipulam o pó da raiz reforçam o cuidado de quem já tem asma ou rinite.
Hipérico (Erva-de-São-João)

O hipérico (Hypericum perforatum) é estudado por possível papel no alívio de humor deprimido leve durante a menopausa. É essencial saber: o hipérico tem interação medicamentosa real e ampla, via indução de enzimas hepáticas (CYP3A4), reduzindo a eficácia de diversos medicamentos, incluindo anticoncepcionais hormonais, anticoagulantes, alguns imunossupressores e certos quimioterápicos, além do risco de síndrome serotoninérgica quando combinado a antidepressivos. Nunca deve ser iniciado por quem já usa qualquer medicamento contínuo sem conversar antes com o médico responsável.
Isoflavona de Soja

A soja (Glycine max) é rica em isoflavonas, entre elas genisteína e daidzeína, fitoestrogênios cuja estrutura química se assemelha à do estrogênio humano. Elas são estudadas por possível papel no alívio de ondas de calor e secura vaginal, com ensaios clínicos mostrando redução modesta, porém significativa, na frequência dos fogachos; populações com dieta tradicionalmente rica em soja, como a japonesa, relatam menor incidência desses episódios. A isoflavona também é estudada por possível contribuição à saúde óssea, ajudando a atenuar a perda de densidade que ocorre na menopausa, e ao perfil lipídico do sangue.
É uma das plantas com evidência de segurança mais tranquilizadora desta lista: estudos de longo prazo não mostraram aumento de risco de câncer de mama associado ao consumo alimentar de soja, como tofu, tempeh, edamame e leite de soja, e o consumo similar ao padrão japonês pode até ser protetor. A cautela maior é reservada a suplementos concentrados de isoflavona, geralmente na faixa de 50 a 100 mg por dia, em dose muito acima da alimentar, que merecem orientação profissional para quem tem histórico da doença.
Maca-Peruana

Diferente da maioria das plantas desta lista, a maca (Lepidium meyenii) não é considerada um fitoestrogênio clássico: é uma raiz andina usada tradicionalmente como adaptógeno e tônico nutricional, e estudos sugerem que ela atua no eixo hipotálamo-hipófise-ovários, com resultados variáveis entre pesquisas sobre os hormônios envolvidos. É estudada por possível papel no alívio de ondas de calor, disposição e libido na menopausa, com um ensaio clínico controlado por placebo mostrando melhora em sintomas psicológicos e função sexual em mulheres na pós-menopausa.
É geralmente vendida em pó, para adicionar a smoothies, iogurtes ou sucos, ou em cápsulas, em doses que costumam variar de 1.500 a 3.000 mg por dia, começando pela quantidade menor e aumentando aos poucos. É considerada segura para a maioria das pessoas, mas como qualquer suplemento, merece orientação profissional antes do uso contínuo. Por ser uma crucífera rica em glucosinolatos, a raiz crua em quantidade alta pede cautela de quem tem alteração de tireoide, sobretudo hipotireoidismo ou bócio, e a forma gelatinizada, que passa por cozimento, costuma ser a preferida nesse cenário. A segurança na gravidez e na amamentação não está bem estabelecida, e quem faz reposição hormonal ou trata câncer hormônio-dependente deve alinhar o uso com o médico responsável, já que os efeitos da maca sobre o eixo hormonal ainda são objeto de estudo.
Sálvia

A sálvia (Salvia officinalis) é estudada por possível papel na redução de ondas de calor e suores noturnos, com pelo menos um ensaio clínico mostrando boa tolerabilidade e eficácia em mulheres na menopausa, além de propriedades antioxidantes. É tradicionalmente consumida em chá ou suplemento padronizado.
É essencial saber: a sálvia contém tujona, substância neurotóxica em quantidade elevada e concentrada sobretudo no óleo essencial e em infusões muito fortes ou usadas por longos períodos. Por isso a planta é contraindicada para quem tem epilepsia ou outro distúrbio convulsivo, e o óleo essencial não deve ser ingerido. O uso precisa ser evitado na gravidez, pela ação estimulante sobre o útero, e na amamentação, já que a sálvia reduz a produção de leite, propriedade aproveitada tradicionalmente no desmame. Como a planta também é estudada por possível efeito de redução da glicemia, quem trata diabetes deve acompanhar as taxas ao iniciar o uso.
Trevo-Vermelho

O trevo-vermelho (Trifolium pratense) contém fitoestrogênios, entre eles formononetina, biochanina A, daidzeína e genisteína, estudados por possível papel no alívio de ondas de calor e suores noturnos; alguns estudos sugerem que pode ser particularmente útil para os suores noturnos. Também é estudado por possível contribuição à saúde óssea, com pesquisas sugerindo que suas isoflavonas podem estimular a atividade das células formadoras de osso e ajudar a retardar a perda de densidade que ocorre após a menopausa. A dose de isoflavonas padronizadas usada em estudos costuma ficar entre 40 e 80 mg por dia, e o trevo-vermelho é bem tolerado pela maioria das mulheres, com efeitos colaterais raros e geralmente leves.
É essencial saber: por ter afinidade real com receptores de estrogênio, o trevo-vermelho é geralmente contraindicado para mulheres com câncer de mama hormônio-dependente ou risco elevado dessa condição, e deve ser evitado na gravidez e na amamentação.
Vitex-Agnocasto

O vitex-agnocasto (Vitex agnus-castus) é estudado por possível papel no equilíbrio hormonal e no alívio de alterações de humor e dor nas mamas durante a transição menopausal. Seu mecanismo tradicionalmente descrito envolve ação sobre a glândula pituitária, influenciando os níveis de progesterona no organismo.
É essencial saber: essa ação sobre a hipófise passa pelo sistema dopaminérgico, o que cria interação plausível com medicamentos que atuam no mesmo sistema, como antipsicóticos e fármacos usados na doença de Parkinson. O vitex também pode interferir na ação de anticoncepcionais hormonais e da terapia de reposição, e seu uso é desaconselhado na gravidez e na amamentação. Mulheres com câncer de mama hormônio-dependente ou outra condição hormônio-sensível devem consultar o oncologista antes de qualquer uso. Entre os efeitos leves mais relatados estão náusea, dor de cabeça e coceira na pele.
Suplementos Complementares para a Saúde na Menopausa
Além das plantas fitoterápicas, alguns suplementos nutricionais têm papel de apoio na menopausa. Cálcio e vitamina D são estudados por sua contribuição à saúde óssea, especialmente relevante no período em que a perda de densidade se acelera. Os ácidos graxos ômega-3, presentes no óleo de peixe, são estudados por possível papel na redução de processos inflamatórios e no suporte à saúde cardiovascular. O magnésio é outro mineral estudado por possível contribuição ao relaxamento muscular, à qualidade do sono e ao humor.
Assim como as plantas fitoterápicas, esses suplementos devem ser combinados com orientação de um nutricionista ou médico, especialmente quando usados junto com outros produtos ou medicamentos contínuos.
Contraindicações e Interações
As plantas desta lista não são inócuas, e o risco varia menos de planta para planta do que de pessoa para pessoa. Antes de iniciar qualquer uma delas, vale conferir se você se encaixa em alguma das situações abaixo e levar a dúvida ao médico que acompanha o caso.
- Anticoagulantes e antiagregantes: o dong quai tem ação anticoagulante documentada, com relato de interação com a varfarina, e o hipérico altera o metabolismo de vários desses medicamentos. Quem usa anticoagulante ou tem cirurgia marcada precisa combinar a suspensão com antecedência.
- Câncer de mama e outras condições hormônio-sensíveis: amora, dong quai, isoflavona de soja em suplemento concentrado, trevo-vermelho e vitex-agnocasto têm ação hormonal em maior ou menor grau, e o uso precisa passar pelo oncologista ou pelo ginecologista.
- Diabetes em tratamento: preparações de folhas de amoreira e de sálvia são estudadas por possível redução da glicemia, o que pede acompanhamento das taxas para evitar hipoglicemia somada à medicação.
- Doença hepática ou uso de medicamentos que sobrecarregam o fígado: o cohosh-negro foi associado a casos raros de lesão hepática grave e não deve ser usado sem avaliação médica nesse cenário.
- Epilepsia e distúrbios convulsivos: a sálvia é contraindicada pela tujona presente na planta, sobretudo no óleo essencial e em infusões concentradas.
- Gravidez e amamentação: sálvia, trevo-vermelho e vitex-agnocasto devem ser evitados, e para amora, ginseng-brasileiro e maca-peruana os dados de segurança são insuficientes.
- Medicamentos de uso contínuo: o hipérico reduz a eficácia de anticoncepcionais, imunossupressores e certos quimioterápicos, e o vitex-agnocasto interage com fármacos dopaminérgicos usados em transtornos psiquiátricos e na doença de Parkinson.
- Tireoide alterada: a maca-peruana crua, rica em glucosinolatos, pede cautela de quem tem hipotireoidismo ou bócio.
Sinais como icterícia, urina escura, sangramento fora do comum, palpitações ou reação alérgica pedem suspensão imediata e avaliação médica, seja qual for a planta em uso.
Perguntas Frequentes sobre Produtos Naturais para a Menopausa
Plantas com Fitoestrogênio São Seguras para Quem Teve Câncer de Mama?
Não sem orientação médica: várias têm ação hormonal real, e mulheres com histórico de câncer de mama hormônio-dependente devem conversar com o oncologista antes de usar qualquer uma delas.
Cohosh-Negro Tem Risco para o Fígado?
Casos raros de lesão hepática grave foram associados ao uso; por precaução, o uso não deve ultrapassar 6 meses sem avaliação médica, e sinais como icterícia ou urina escura pedem suspensão imediata.
Hipérico Pode Ser Combinado com Qualquer Medicamento?
Não. Tem interação real com diversos medicamentos, incluindo anticoncepcionais, anticoagulantes e alguns quimioterápicos; nunca deve ser somado a tratamento contínuo sem orientação médica.
Dong Quai Funciona Sozinho para Ondas de Calor?
Um estudo controlado por placebo não encontrou benefício superior ao placebo quando a planta foi usada isoladamente; seu uso tradicional costuma ser em fórmulas combinadas com outras ervas.
Isoflavona de Soja Aumenta o Risco de Câncer de Mama?
O consumo alimentar, como tofu e leite de soja, não mostrou esse risco em estudos de longo prazo; suplementos concentrados merecem orientação profissional para quem tem histórico da doença.
Produtos Naturais Substituem a Reposição Hormonal?
Não necessariamente. Para sintomas leves a moderados, podem funcionar como alternativa ou complemento; em casos de sintomas mais intensos, a reposição hormonal pode ser mais indicada, e a escolha deve ser feita com o ginecologista.
Quanto Tempo os Tratamentos Naturais Levam para Fazer Efeito?
Costuma ser necessário um período de quatro a doze semanas de uso contínuo para observar os benefícios, já que a resposta do corpo a cada fitoterápico é individual.
É Possível Combinar Diferentes Produtos Naturais para a Menopausa?
Sim, e a combinação costuma ser bem tolerada, mas deve ser supervisionada por um profissional de saúde para evitar interações negativas entre as plantas e com medicamentos em uso.
A Alimentação Pode Ajudar a Aliviar os Sintomas da Menopausa?
Sim. Uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras favorece o bem-estar geral, e alimentos com fitoestrogênios naturais, como linhaça e soja, podem ajudar; limitar cafeína, álcool e alimentos picantes tende a reduzir a intensidade das ondas de calor.
Maca-Peruana Tem o Mesmo Risco das Plantas com Fitoestrogênio?
Não da mesma forma: a maca não é considerada um fitoestrogênio clássico, mas seus efeitos hormonais ainda são estudados, e a orientação profissional continua sendo recomendada antes do uso contínuo.
Referências
Ver Todas as 14 Referências Citadas
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